REQUEIJÃO CREMOSO CASEIRO + #DESAFIODAMAÇÃ

Lembra do pãozinho de linhaça? O acompanhamento perfeito pra ele é um requeijão cremoso que eu faço!
É fácil, olha só:

– Ferva 1 litro de leite
– Quando levantar fervura, jogue o suco de um limão pra coalhar o leite (se não coalhar repita o processo)
– Passe num tecido pra separar o soro da parte solida
– Leve ainda quente ao liquidificador com um pouco de leite e o tempero que você mais gostar
– Tá pronto

Ele não fica lisinho como os industrializados, fica mais poroso, mas te garanto que é muito mais saudável e eu acho mais gostoso.
Se você tiver acesso a um leite de fazenda, de vaca que se alimenta de pasto, melhor ainda!


Você curte meu trabalho com a La Pomme?
Então fica aí pra eu te contar como você pode concorrer à cupons de vale compras no valor de R$ 50,00

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E como é isso, Eva?
É fácil, gente, vê só:

A participação

– Postar uma foto onde apareça um produto La Pomme, nem precisa ser o produto na real, vale até tirar foto do computador com o produto na tela…
– A postagem deve ser feita no Facebook, Instagram ou twitter e além da foto deve conter:
* Um depoimento
* Citar a La Pomme em forma de marcação (para que seus amigos e seguidores possam clicar e ir até o nosso perfil)
* Utilizar #desafiodamaçã #euamolapomme (é por elas que vamos encontrar e contabilizar sua foto)
Importante: A foto precisa estar em modo público senão não conseguimos visualizar e contabilizar.
Pode postar quantas fotos quiser em uma ou mais das redes sociais citadas acima.

A premiação:
– A cada 50 postagens será liberado um cupom de R$ 50,00 para efetuar compras na loja.
– A duração do desafio será indeterminada e pode ser encerrada a qualquer instante sem prévio aviso.

A contemplação:
– Não será nem por sorteio, nem por votação. A escolha será feita por nós levando em consideração a criatividade da foto e/ou do depoimento. Então manda ver.

Agora deixa eu ir trabalhar, minha semana vai ser produtiva e feliz e  sua?

Um beijo!

ARROZ (falso) DE COUVE FLOR com dendê

Nunca fui muito fã de arroz, passava sem tranquilo. Só comia com alguns pratos como estrogonofe ou quando o próprio arroz era o prato e eu misturava um monte de delícia.
Até eu descobrir uma receita de arroz de couve flor, que de arroz só tem a aparência.
A couve “pega” sabor com muita facilidade e qualquer tempero, por mais simples que seja, deixa o preparo com um sabor maravilhoooooso.
Viciei e aqui em casa não falta!
É bem simples de fazer:
passa a couve no processador, refoga o tempero de sua preferência, coloca a couve, coloca água o suficiente pra cobrir. Cozinha até ficar macio e escorre.
(No Pitadinha ensina como fazer no microondas)
Esses dias experimentei refogar alho e cebola no azeite de dendê. Olhaaaa, o negócio ficou DELICIOSO!

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Virou um dos meus pratos prediletos, nham nham… Já tá na hora do almoço?
Ah! e ainda dá pra congelar e esquentar é super tranquilo porque não gruda na panela como o arroz normal.

Aproveitando que eu tô aqui, deixa eu te mostrar mais um desenho que eu fiz:

Agora olha que linda que ficou aplicada nos produtos:

Um post, duas dicas!
Se você tava procurando o presente perfeito para o dia dos professores, acabou de encontrar!
Peças personalizadas, produzidas manualmente com muito amor!
A ilustração é customizável e ainda tem um kit bem legal com frete grátis pra quem comprar mais de 3!!
Tá esperando o quê? Vai lá na loja garantir o seu (lembre que é personalizado e não pode deixar pra última hora, heim?!)
Vai lá na 
La Pomme ver

Um beijo e um final de semana feliz pra todos nós!

esse post foi publicado originalmente no antigo blog: as peripécias de eva agora ele compõe o acervo/arquivo de evinha c!

MATERIAL NOVO NA LA POMME: NEOPRENE

Ando tão felizinha com minhas criações na La Pomme que mesmo com o blog abandonadinho, precisei vir aqui mostrar pra vocês as fofuras novas que já estão na loja.
Em 2015 decidimos que só vamos ter na loja produtos confeccionados por nós. Isso é uma conquista muito grande pra mim que amo criar, desenvolver, produzir…
Desse movimento, começam a nascer nossos novos bebês. Vem ver:


Ó, se curtiu, pode ir direto lá na loja ver mais de pertinho: lapomme.net.br
E se você gosta de acompanhar meu trabalho na La Pomme, te convido a assinar a {CAIXA DE SORRISOS} e receber em sua caixa de entrada, e-mails escritos com muito carinho sobre tudo que acontece no ateliê! É só clica no link: http://bit.ly/caixadesorrisos 

 

esse post foi publicado originalmente no antigo blog: as peripécias de eva agora ele compõe o acervo/arquivo de evinha c!

ELA CRESCEU!

OMG!!!!!!
Minha bebê, cadê essa menininha que cabia em duas mãos?
Quando foi que ela se tornou essa moça tão linda? Foi o tempo de um suspiro…


Pois é, o tempo voa e quando a gente menos espera a filha que antes dependia de você para tudo, agora é sua colega de trabalho!
Tava remexendo umas fotos antigas pro editorial de dia das mães da La Pomme e revivi tantas histórias incríveis que vivemos nesses 13 anos de Doricas. 3 estados, 5 cidades e um amor gigante dentro do peito.

Aliás reviver e criar memórias preciosas é a proposta da La Pomme para o dia das mães!

E sobre ser colega de trabalho. Sim! Dorica pediu pra trabalhar na La Pomme e está ajudando na preparação dos layout.
Além disso, encaramos um projeto juntas que me deixou contente e orgulhosa. Ela desenhou sua primeira estampa para loja: Unicórnio Encantado e nós preparamos um editorial bem bacana, com fotos do universo mágico dessa minha menina.
No link tem 25 curiosidades sobre ela e as fotos.


Vai encher meu coração de alegria se passar para uma visitinha e me contar o que achou!

Beijoca!
Evinha

esse post foi publicado originalmente no antigo blog: as peripécias de eva agora ele compõe o acervo/arquivo de evinha c!

DECORAÇÃO, PERTENCIMENTO, CASA PRÓPRIA E ABUNDÂNCIA

Volto 3 anos no tempo, moro num lugar ao qual me sinto pertencente. Lugar que transformei em lar. Onde vi minha filha crescer, aprender a ler e a criar laços…
Tinha um jaRdim delicioso, onde eu me sentia plena. Mas apesar disso tudo eu sabia que aquele não era o meu lugar e sentia que era hora de buscar o que era meu.

Passamos um ano procurando um nova casa em uma nova cidade e estado.
Um ano de muito sentimento misturado, dúvidas, esperanças, incertezas… Momentos de exaustão, medo de não conseguir, mas ao mesmo tempo uma certeza absurda que que ia rolar, de que a gente ia encontrar o que a gente tava procurando. A gente precisava de um milagre.

E assim foi.
Dia 5 de julho de 2013 eu entrava pela primeira vez na minha casa. A minha! Aquela que eu não precisaria pedir autorização pra fazer uma jardim ou pra quebrar uma parede.
Alguém consegue imaginar a alegria que eu, Eder e Doricas vivíamos naquele momento?
Como eu ia decorar e transforma minha casa nova num lar, que me representasse, em que eu me sentisse bem, em que eu me sentisse pertencente? Como seriam os próximos dias, meses, anos?

Eu prometi ir mostrando as transformações aqui não foi? Prometi mostrar a casa e mostrar à medida que um lar fosse nascendo.
Isso aconteceu pouco, bem pouco mesmo… A verdade é que eu fui permitindo que essa alegria fosse morrendo. Eu fui me conformando e de repente eu me vi triste com a minha casa.
Quando mudamos eu, sem querer, criei uma regra. A regra de que eu não podia gastar dinheiro com decoração naquele momento e que também não tinha tempo.
Eu alimentei essa regra e mesmo que tivesse mexido aqui e alí e feito muitas tentativas, mesmo que tivesse tentando fazer alguma coisa, a danada da regra de que eu não podia gastar dinheiro com a decoração da casa deu força à regra de que eu só poderia decorar a casa quando sobrasse dinheiro.
Ora bola, quantas vezes eu arrumei cantinhos deliciosos com criatividade e com o que eu já tinha em casa? Porque agora que eu realmente precisava fazer dessa forma tinha que ser diferente, porque agora era um empecilho?

Mas foi assim que foi.
Eu fiquei triste porque não tinha mais um jardim lindo pra cuidar, pra relaxar.
E porque eu não tinha disponível a grana suficiente pra construir um rápido, eu também não me permiti ir construindo um aos poucos.
Porque eu acreditei que não tinha grana pra realizar as mudanças que eu gostaria, eu deixei de realizar as mudanças que eu poderia.

Num determinado dia eu me percebi dizendo que não gostava daqui. Foi doído perceber isso, foi sim.
Mas a parte boa foi que eu percebi que eu poderia mudar isso, eu percebi que eu estava olhando só o que eu não tinha, que eu estava me conectando com a escassez e por isso não enxergava a abundância e o que eu já tinha.

Eu tinha latas de tinta e corante guardados
Eu tinha móveis, estragando na chuva…
Eu tinha paredes vazias na sala e quadros estragando entulhados no “quartinho da bagunça”
Eu tinha janelas precisando de cortinas e tecidos guardados mofando.
Eu tinha caixas para sapato guardadas acumulando poeira e sapatos soltos embaixo da cama.

Eu aprendi que eu precisava me reconectar, olhar para o que eu queria e não para o que eu não queria. Colocar energia no que eu eu quero, porque o que cresce é aquilo em que eu coloco energia e atenção. Se eu voltar minha atenção para o que eu não quero, adivinha o que vai crescer?

Bom… Uns meses depois
AINDA não tenho a entrada dos meus sonhos, mas tenho móvel turquesa me recebendo com alegria e me lembrando de que eu posso.
Quando eu abro a porta de casa a primeira coisa que vejo é uma parede INCRÍVEL, me lembrando que eu posso porque eu acredito.
E quando eu sento pra trabalhar, tem uma cortina, LINDA que eu estampei com carimbo, que costurei e que me deu uma satisfação enorme de fazer, de ver ficar pronta, principalmente por ter envolvido todos aqui em casa. Ela é o meu lembrete de que se eu acreditar, eu posso voar.

Eu ainda não tenho um jardim dos sonhos, é verdade. Mas é no meu quintal tem um pé de caju, alguns de mamão. Um de acerola e um de pitanga (esses ainda não dão, mas um dia darão). Tem um muro horríveeeeel, que está ganhando vida enquanto uma trepadeira LINDA cresce abundantemente e cobre de verde e lilás a feiura do muro.
E eu tenho tempo pra cultivar no meu quintal o que eu quiser, aos poucos, com calma, com o que está disponível no presente e aguardando o que anda ainda não está disponível, mas que virá.
E cada vez que eu faço uma almofada nova, ou penduro um quadrinho o prazer e a alegria de ter um lugar pra chamar de meu, só aumenta.

O curioso é que eu percebi isso tudo, quando comecei a fazer um treinamento para crescer o meu negócio.
Foi ouvindo Simone Mitjans (minha mentora de sucesso, olha que máximo!) que eu fui olhando pra dentro de mim, me conhecendo e percebendo como a gente cria regras que só nos atrapalham e que muitas vezes nem nos damos conta disso.
Eu estou aprendendo a dizer sim a mim mesma e a me apaixonar por mim e por minhas potencialidades.
Se quiser saber mais sobre isso, pode me perguntar que eu terei uma alegria imensa em te apresentar a Simone. (É só deixar nos comentário)

E eu estou me comprometendo a voltar aqui mais vezes para falar de mais mudanças que ando realizando por aqui (inclusive trazer coisas que fiz e nem mostrei antes).
Não sei ainda qual será a frequência, mas eu volto logo. Prometo!

Um beijo cheio de carinho e saudade!

Evinha


esse post foi publicado originalmente no antigo blog: as peripécias de eva agora ele compõe o acervo/arquivo de evinha c!

DECORAÇÃO, PERTENCIMENTO, CASA PRÓPRIA E ABUNDÂNCIA

Mais uma tentativa de retorno com direito à reflexão e desabafo.

Volto 3 anos no tempo, moro num lugar ao qual me sinto pertencente. Lugar que transformei em lar. Onde vi minha filha crescer, aprender a ler e a criar laços…
Tinha um jadim delicioso, onde eu me sentia plena. Mas apesar disso tudo eu sabia que aquele não era o meu lugar e sentia que era hora de buscar o que era meu.

Passamos um ano procurando um nova casa em uma nova cidade e estado.
Um ano de muito sentimento misturado, dúvidas, esperanças, incertezas… Momentos de exaustão, medo de não conseguir, mas ao mesmo tempo uma certeza absurda que que ia rolar, de que a gente ia encontrar o que a gente tava procurando. A gente precisava de um milagre.

E assim foi.
Dia 5 de julho de 2013 eu entrava pela primeira vez na minha casa. A minha! Aquela que eu não precisaria pedir autorização pra fazer uma jardim ou pra quebrar uma parede.
Alguém consegue imaginar a alegria que eu, Eder e Doricas vivíamos naquele momento?
Como eu ia decorar e transforma minha casa nova num lar, que me representasse, em que eu me sentisse bem, em que eu me sentisse pertencente? Como seriam os próximos dias, meses, anos?

Eu prometi ir mostrando as transformações aqui não foi? Prometi mostrar a casa e mostrar à medida que um lar fosse nascendo.
Isso aconteceu pouco, bem pouco mesmo… A verdade é que eu fui permitindo que essa alegria fosse morrendo. Eu fui me conformando e de repente eu me vi triste com a minha casa.
Quando mudamos eu, sem querer, criei uma regra. A regra de que eu não podia gastar dinheiro com decoração naquele momento e que também não tinha tempo.
Eu alimentei essa regra e mesmo que tivesse mexido aqui e alí e feito muitas tentantivas, mesmo que tivesse tentando fazer alguma coisa, a danada da regra de que eu não podia gastar dinheiro com a decoração da casa deu força à regra de que eu só poderia decorar a casa quando sobrasse dinheiro.
Ora bola, quantas vezes eu arrumei cantinhos deliciosos com criatividade e com o que eu já tinha em casa? Porque agora que eu realmente precisava fazer dessa forma tinha que ser diferente, porque agora era um empecilho?

Mas foi assim que foi.
Eu fiquei triste porque não tinha mais um jardim lindo pra cuidar, pra relaxar.
E porque eu não tinha disponível a grana suficiente pra construir um rápido, eu também não me permiti ir construindo um aos poucos.
Porque eu acreditei que não tinha grana pra realizar as mudanças que eu gostaria, eu deixei de realizar as mudanças que eu poderia.

Num determinado dia eu me percebi dizendo que não gostava daqui. Foi doído perceber isso, foi sim.
Mas a parte boa foi que eu percebi que eu poderia mudar isso, eu percebi que eu estava olhando só o que eu não tinha, que eu estava me conectando com a escassez e por isso não enxergava a abundância e o que eu já tinha.

Eu tinha latas de tinta e corante guardados
Eu tinha móveis, estragando na chuva…
Eu tinha paredes vazias na sala e quadros estragando entulhados no “quartinho da bagunça”
Eu tinha janelas precisando de cortinas e tecidos guardados mofando.
Eu tinha caixas para sapato guardadas acumulando poeira e sapatos soltos embaixo da cama.

Eu aprendi que eu precisava me reconectar, olhar para o que eu queria e não para o que eu não queria. Colocar energia no que eu eu quero, porque o que cresce é aquilo em que eu coloco energia e atenção. Se eu voltar minha atenção para o que eu não quero, adivinha o que vai crescer?

Bom… Uns meses depois
AINDA não tenho a entrada dos meus sonhos, mas tenho móvel turquesa me recebendo com alegria e me lembrando de que eu posso.
Quando eu abro a porta de casa a primeira coisa que vejo é uma parede INCRÍVEL, me lembrando que eu posso porque eu acredito.
E quando eu sento pra trabalhar, tem uma cortina, LINDA que eu estampei com carimbo, que costurei e que me deu uma satisfação enorme de fazer, de ver ficar pronta, principalmente por ter envolvido todos aqui em casa. Ela é o meu lembrete de que se eu acreditar, eu posso voar.

Eu ainda não tenho um jardim dos sonhos, é verdade. Mas é no meu quintal tem um pé de caju, alguns de mamão. Um de acerola e um de pitanga (esses ainda não dão, mas um dia darão). Tem um muro horríveeeeel, que está ganhando vida enquanto uma trepadeira LINDA cresce abundantemente e cobre de verde e lilás a feiura do muro.
E eu tenho tempo pra cultivar no meu quintal o que eu quiser, aos poucos, com calma, com o que está disponível no presente e aguardando o que anda ainda não está disponível, mas que virá.
E cada vez que eu faço uma almofada nova, ou penduro um quadrinho o prazer e a alegria de ter um lugar pra chamar de meu, só aumenta.

O curioso é que eu percebi isso tudo, quando comecei a fazer um treinamento para crescer o meu negócio.
Foi ouvindo Simone Mitjans (minha mentora de sucesso, olha que máximo!) que eu fui olhando pra dentro de mim, me conhecendo e percebendo como a gente cria regras que só nos atrapalham e que muitas vezes nem nos damos conta disso.
Eu estou aprendendo a dizer sim a mim mesma e a me apaixonar por mim e por minhas potencialidades.
Se quiser saber mais sobre isso, pode me perguntar que eu terei uma alegria imensa em te apresentar a Simone. (É só deixar nos comentário)

E eu estou me comprometendo a voltar aqui mais vezes para falar de mais mudanças que ando realizando por aqui (inclusive trazer coisas que fiz e nem mostrei antes).
Não sei ainda qual será a frequência, mas eu volto logo. Promento!

Um beijo cheio de carinho e saudade!

Evinha

esse post foi publicado originalmente no antigo blog: as peripécias de eva agora ele compõe o acervo/arquivo de evinha c!

MATERIAL NOVO NA LA POMME: NEOPRENE

Ando tão felizinha com minhas criações na La Pomme que mesmo com o blog abandonadinho, precisei vir aqui mostrar pra vocês as fofuras novas que já estão na loja.
Em 2015 decidimos que só vamos ter na loja produtos confeccionados por nós. Isso é uma conquista muito grande pra mim que amo criar, desenvolver, produzir…
Desse movimento, começam a nascer nossos novos bebês. Vem ver:


Ó, se curtiu, pode ir direto lá na loja ver mais de pertinho: lapomme.net.br
E se você gosta de acompanhar meu trabalho na La Pomme, te convido a assinar a {CAIXA DE SORRISOS} e receber em sua caixa de entrada, e-mails escritos com muito carinho sobre tudo que acontece no ateliê! É só clica no link: http://bit.ly/caixadesorrisos


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Um bate papo (quase monólogo) sobre trabalhar com o que se ama

Minha irmã linda me pediu pra falar sobre empreender, como transformar nossos sonhos e propósitos em trabalho.
Dá play e não esquece de dar joinha se curtir e de me contar o que achou.

Tava super nervosa, falei feito uma tagarela, hahahaha…Eva sendo Eva, gente!

Um beijo!

Evinha

esse post foi publicado originalmente no antigo blog: as peripécias de eva agora ele compõe o acervo/arquivo de evinha c!

#DIARIODEFERIAS <3


Era fizinho de 2012 e eu estava contando os dias pra que o último dia de trabalho chegasse. Como todo fim de ano, a correria pra finalizar e entregar todas as encomendas era enorme.
Eu julgava que aquele desejo pelas mini férias que iríamos tirar era devido ao cansaço dos últimos dias de trabalho. Logo eu descobriria que não era bem assim.

Eu tinha tudo o que precisava para ser feliz e acreditava verdadeiramente ser feliz, acho que eu de fato era feliz. Mas estava levando uma vida que não era a que eu queria e eu nem sabia disso… Sei lá… é assim meio confuso mesmo…rs

Eu morava numa casa que amava, num bairro delicioso. Tinha meu marido e minha filha alí, sempre pertinho de mim. Tinha o trabalho dos meus sonhos a alguns passos da minha casa e tinha uma cachorrinha maravilhosa.

A casa não era minha, não importava o quanto de amor eu colocasse nela. O marido e filha estavam alí, mas nossa presença era cada vez menor, estávamos alí de corpo, mas a alma muitas vezes tava em outro lugar. O trabalho era tudo o que eu fazia, era onde eu gastava todos os meus dias de domingo a domingo… Era uma correria sem fim pra chegar onde mesmo?

Falando até parece que minha vida era um tristeza enorme, mas não era não. Só que faltavam coisas nessa equação, mas nem eu, nem Eder percebíamos claramente isso.

Enfim, logo ficará mais claro o que eu tô tentando dizer.

Eu não sabia, mas aqueles 15 – 20 dias entre o fim de 2012 e o início de 2013 eram o início de uma mudança muito importante nas nossas vidas.

Abastecemos o carro com água e comida e seguimos uma viagem sem rumo definido, onde qualquer estradinha que aparecesse na nossa frete podia mudar o rumo da viagem. Seguimos sem reservas em hotel e com o GPS na mão.
Conheci o lugar que eu mais amo amo no mundo (Praia Formosa em Cabedelo-PB). Atravessei um rio com o carro numa jangadinha de madeira. Nadamos a poucos metros de golfinhos livres na natureza. Fizemos a primeira e única viagem com nossa Nina.

A gente experimentou uma vida mais leve, com menos expectativas e mais experiências. A gente sentiu a liberdade de mudar se algo não tá bom ou se algo melhor aparece no caminho, sem a necessidade de se estressar ou gastar energia desnecessária por isso. A gente se permitiu estar presente naquele momento sem pensar no que ia fazer amanhã ou dalí algumas horas… Essa experiência fez a gente perceber que estávamos “desperdiçando” nossas vidas fechados dentro do ateliê de segunda a segunda.
Eu AMO verdadeiramente o meu trabalho, mas a vida não é só isso. Eu percebi que estava usando o trabalho como válvula de escape porque ele me trazia uma recompensa segura. Porque é mais fácil não sair da zona de conforto.
Me dei conta com mais clareza que estávamos mergulhando numa onda de correria descontrolada onde nunca há tempo para nada e estávamos deixando nossa vida passar simplesmente, que estávamos deixando a correnteza nos levar.

No fim das férias eu estava com uma vontade enorme de viver tantas coisas fora daquelas quatro paredes, eu queria abraçar minha filha ainda mais vezes do que eu já abraçava, queria deitar no colo do meu marido mais vezes do que já deitava. Queria passear com minha Nininha mais vezes, muito mais vezes.
Queria mergulhar no mar mais vezes, ter finais de semana pra cuidar de mim e da minha casa, eu queria ter tempo pra comer bem. Eu entendi que o trabalho não podia estar em primeiro lugar sempre, por mais prazer que ele pudesse me dar. E que da forma que eu estava fazendo nem o trabalho, nem eu e minha família chegaríamos bem em algum lugar.

E quando terminou as férias eu sabia que queria mudar e a mudança tem sido constante
Mudamos de casa, de cidade e de estado (isso vocês já sabem).
E tenho colocado minha vida em constante mudança. Tenho mudado meus hábitos, meus pensamentos, minha alimentação, minha rotina, minha organização. Tenho procurado estar presente em cada coisa que eu faço. Tenho buscado ser grata pelas coisas que vivi e  entender pelo que vale a pena levantar a bunda da cadeira.

O que eu quero dizer com tudo isso, é que a nossa história é a gente que faz. Se você não tá feliz com a sua vida você é a única pessoa a quem pode culpar.
O fim do ano tá chegando e junto com ele um desejo desesperado de que 2015 traga coisas boas, que 2015 seja um ano bom.
Mas na verdade, a gente tem que mudar o pensamento e as ações. A gente tem que fazer de 2015 um ano maravilhoso. Tá na nossa mão definir isso.
Pega aí um papel e uma caneta e anota o que você quer pra sua vida, depois anota o que você precisa fazer pra que isso aconteça e por fim comece já a mudança, não espera dia 1 de janeiro chegar. Você pode começar agora a mudar atitudes e pensamentos.
Se você começar a agir em busca do que você quer logo, nem vai precisar esperar chegar 2016 pra se sentir mais perto do que você sonha pra sua vida.

Eu só sei que tenho experimentando um “tipo de felicidade” que não me recordo ter sentido antes. E eu queria que todo mundo pudesse sentir isso!

Um beijo com muito amor

Evinha!

Se quiser ver o registro das férias de 2012/2013 é só clicar aqui e se quiser acompanhar a próxima que chega dia 24 é só me seguir lá no IG: @evinhac 

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  1. esse post foi publicado originalmente no antigo blog: as peripécias de eva agora ele compõe o acervo/arquivo de evinha c!

CRIATIVO E EMPREENDEDOR, SIM SENHOR! – UM LIVRO DE RAFA CAPPAI


Você é Criativo? E empreendedor?
Dá pra ser os dois? Sim, senhor!

Dá pra viver fazendo o que ama e ainda ganhar din din com isso.
É um caminho fácil? Não!
Mas é um caminho possível? SIIIIIIIM!

E se eu te disser que tem gente porreta falando sobre isso, gente que entende do rebolado e que estudou bastante pra aprender como sair da precariedade, viver uma vida sustentável e ainda por cima ajuda gente como a gente a alcançar isso?
Tô falando da Rafa, gente! Rafa Cappai, uma moça porreta que eu “conheci” no início do ano e que tá transformando minha vida. O trabalho da Rafa é ajudar artistas e criativos a viverem fazendo o que amam e ainda ganhar dinheiro.

Ela já faz isso através de vídeos gratuitos na internet, cursos, palestras e oficinas presenciais. Agora ela quer chegar mais perto de mais pessoas e vai lançar um livro (que eu tenho certeza que vai ficar lindo!). Mas ela precisa da sua ajuda:

Assiste o video! Ela te conta timtim por timtim!

Clica aqui pra ver mais e OUVIR trechos do livro!

Te garanto que você vai curtir!
O site da espaçonava: www.espaconave.com.br
Se você curte o assunto, assina a lista dela que só chega coisa de primeira!

Beijo

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